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 Achlys Kephner (Athena)

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Achlys Kephner

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Feminino Apelido : Achy
Idade : 23
Mensagens : 904

MensagemAssunto: Achlys Kephner (Athena)   Seg Abr 05, 2010 5:06 am

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  • Nome: Alexandra Froument
  • Outros personagens:

    Informações Básicas

  • Nome: Achlys Kephner
  • Apelido: Lys seria o mais próximo, mas ela nunca realmente teve um.
  • Filho de: Athena
  • Sexo: Feminino
  • Local de Nascimento: Old Westbury, Nassau County, New York
  • Data de Nascimento: 28 de agosto de 1994
  • Estado Civil: Solteira

    Meio-Sangue

  • Poderes especiais: Invocação da aura de líder.
  • Arma Mágica:
    Um colar. Quando Athena entregou Achlys a Alexander, deixou o colar junto. Assim que ela o usa ou toca concentrando-se em seu objetivo, ele lhe dá o poder de ouvir e entender qualquer língua. Considerando sua inteligência extrema, isso pode salvá-la de muitos males, pois naturamente tem o dom da estratégia e não entender algum plano pode ser o começo de uma fatalidade. Isto não é um poder, apenas um sentimento simbólicamente poderoso. Sempre que o usa, sente-se bem, com uma boa energia em si. Isto a ajuda a não desanimar em momentos difíceis.

    Família

  • Progenitor Mortal: Alexander Kephner. É americano, mas vem de uma família com fortes raízes gregas, tanto que desde criança visita constantemente o país, literalmente de cabo à rabo. Cresceu apaixonado por tudo, principalmente a mitologia, o que o tornou professor aos 22 anos, já que antes passou dois anos fazendo pesquisas. Sua inteligência absurda o fez avançar dois anos na escola, o que o tornou um pequeno sucesso em sua micro-cidade. Vem de uma família extremamente rica, o que o ajudou bastante em tudo que sempre fez na vida, mesmo que sua alta capacidade fosse a maior influência. Desde criança fala várias línguas, inclusive latim e grego. Começou a ter um forte interesse pelo grego antigo e teve a chance de aprender um pouco com Athena, aperfeiçoando depois sozinho.
  • União: Alexander conheceu Athena da maneira mais satisfatória ao seu ver. Na Grécia. Tinha 24 anos e estava de estadia para duas semanas de palestras em Pátras, na Grécia Ocidental. Conheceram-se em uma biblioteca e ela se apresentou como curadora de um museu antigo, Achlys Myrius, puramente grega. Eles conversaram por horas, mesmo que parecessem minutos e era incrível o alto nível dos assuntos. Provavelmente a maioria cairia no tédio absoluto, mas eles pareciam simplesmente em outro planeta e totalmente encantados. Eles conversavam em grego, mesmo que o sotaque de Alexander não fosse perfeito. Ela assistiu à sua palestra naquele dia e combinaram de se encontrar no dia seguinte. Estavam em um enorme campo, extremamente verde e com algumas ruínas. Estava “virgem” ainda, sem marcas de pesquisas humanas. Ali sentaram, deitaram e conversaram por mais algumas horas. Apenas em dois dias, parecia que se conheciam por uma vida toda e ela inclusive o ensinou alguns pontos principais do grego antigo. E naquele mesmo dia ela se revelou a Deusa Athena. Nada podia deixá-lo mais encantado. E eles ficaram nesses encontros durante o resto dos dias de Alexander, até que ele se despediu e voltou para os Estados Unidos, recebendo sua visita dois dias depois, com um bebê. Ela mesma entregou e disse ser fruto do amor deles. Não disse mais nada e desapareceu, deixando apenas uma bela mensagem escrita e um colar, junto com o bebe. O colar era um que ele tinha a presenteado na Grécia e ela deixou ali dizendo ser uma lembrança de seu amor e uma proteção simbólica à criança, mesmo que ela não pudesse usar agora, era só deixá-lo perto, até porque ela deixou claro que ele tinha uma espécie de poder, mas ela não diria agora.
    Ele a nomeou de Achlys em lembrança à Athene quando assim fingiu ser. Ele tinha se encantado tanto por ela e conhecê-la tinha acabado de mudar tanto sua vida, que ele não teve dúvidas. E ele prometeu a si mesmo que nunca esconderia dela quando tivesse idade para questionar.
  • Outros parentes: Seus avós Daphne e Anthony Kephner. Grandes sábios, ambos de grande influência na Grécia e nos Estados Unidos, são exemplos para Achlys, mesmo que Anthony já esteja morto e Daphne idosa demais.
    Além disso, suas duas únicas tias e um primo. Nenhum nunca foi realmente próximo.

    Biografia

    Achlys cresceu na mesma casa que o pai passo toda a vida em Old Westbury. Na verdade é uma incrível mansão de arquitetura grega jônica, com um terreno muito vasto incluindo belos jardins e estátuas de deuses e afins. Seus avós Daphne e Anthony continuavam morando ali até os 8 anos de Achlys, quando Anthony faleceu de câncer. Daphne ficou um tempo internada pelos danos que a perda do marido lhe causou, mas logo voltou. Até hoje está lá, sendo cuidada quando necessário. Os dois inclusive, eram os únicos ciente do “dom” da pequena.

    Alexander reviu Athena duas vezes e Achlys a conheceu com 7 anos. Em uma delas, Athenas explicou a Alexander o poder do colar e algumas coisas em relação ao futuro dela e ele sabendo dos perigos que ela poderia correr não permitiu que ela estudasse fora de casa. Foi educada em casa. Ele mesmo encarregou-se de tudo que fosse mitologia, cultura e língua grega. Em casa, inclusive, falavam uma mistura de grego moderno e antigo, ou inglês com Daphne. Três professores conhecidos de Alexander foram contratados para dar aulas de tudo aquilo que ela precisaria na escola, apenas por precaução e conhecimento, pois sabia que não ia precisar de tudo no Acampamento. E não era algo realmente de esforço, ela absorvia tudo com uma velocidade tão grande que não teria nem tempo de concluir a escola. Aprendeu a cavalgar, arco-e-flecha e sozinha descobriu amar a pintura. E é claro, não tem um livro da casa que não tenha sido lido por ela. Não tenha complexo que fosse muito para ela e mesmo com seu quarto fantástico, o lugar mais fácil de encontrá-la na mansão é a biblioteca, especialmente por ter uma porta secreta que leva ao escritório do seu querido avô. Sabe falar pelo menos cinco línguas. Passou a infância isolada naquele pequeno mundo grego “criado” (já que nunca fora algo muito diferente disso) pelo pai. A vista dos vizinhos distantes e até mesmo outros familiares, aquilo era estranho demais, porque ela raramente convivia com outras pessoas ou crianças de sua idade. Mas ela sempre fora feliz, saudável e talvez até mais protegida de problemas típicos de certas idades quando se passa a ir para a escola, especialmente sendo meio-sangue. A única vez que viajou em sua vida foi aos 10 anos, para a Grécia, por insistência dela que sonhava em conhecer. Ficaram duas semanas, conheceu muito e encantou-se.

  • Descoberta: Sempre soube ser semi-deusa. Nunca conviveu muito com outras crianças para passar por aqueles típicos questionamentos de ter ou não uma mãe, mas logo que tivesse capacidade de pensar em porquês (e provavelmente foi cedo), ela soube de Athena, seu pai lhe explicou o motivo daquele colar que sempre estivera em seu quarto e o que ele lhe permitia. Mesmo que fosse grande, ela passou a usá-lo, não exatamente pelo poder, mas por ser simbólico. À seu pedido, Alexander sentou com ela no jardim e passou a tarde lhe falando de como conhecer Athena, o porque dela se chamar Achlys e tudo que tivesse vivido que interessasse a menina.
  • Vida de Campista: Ainda não foi.
  • Vida de Mortal: Ainda não foi para o acampamento, logo sua vida continua a mesma em relação ao mundo mortal, até porque nunca saiu realmente do seu mundo fechado. Viveu sempre em um mundo dentro do mundo.
  • Missões: Primeira: Sua primeira missão foi bem complicada. Ela foi mandada para Key West na Flórida apenas seis meses após entrar no acampamento. Foi escolhida por ter uma boa sensibilidade para música e por ainda não ter "vícios" com seus poderes, de modo que fosse em missão de forma mais... natural. Leucósia, uma das sirenes (ou sereias, seres metade ave e metade mulher) estava fazendo vários pescadores desaparecerem, atraindo-os com sua doce canção. Achlys usava seu colar, que nunca desgrudava por ter sido presente de sua mãe, mas demorou até ela entender seu poder. Ao chegar, sentiu-se perdida, mas logo algo a despertou: música tinha interpretação, sempre soube disso. E tinha boa sensibilidade para isso. Foi quando decidiu, de longe ouvir. Foi se aproximando devagar, curiosa, com sua espada ganhada no acampamento apenas. E se sentu envolvida. Atraída. E ao mesmo tempo sabia que precisava lutar contra isso. Foi então que se concentrando e tocando no colar de Atena, apenas para lembrar dela e encontrar alguma força interna, percebeu que a música tinha mudado de sentimento. Ela estava... entendendo a música. Parecia conseguir... traduzí-la. Era muito estranho. Mas dali, a partir daquele momento, entendendo que estava tendo alguma ajuda de sua mãe. E foi quando tirou o colar par guardá-lo no bolso e protegê-lo caso caisse na água que sentiu tudo aquilo sumir. Ficou espantada com a informação cerebral imediata: o colar leh dava poderes. Colocou-o de volta imediatamente e sentiu-se a pessoa mais sortuda do mundo: estava interpretando um ser, sua canção. Afastou-se e foi estudar, aonde hospedou-se. Leu mais sobre tais seres, fez anotações próprias do que entendia da música que nao conseguia esquecer e no dia seguinte, cedo, foi até lá. Tentou um contato com a sirene, acreditando que por entendê-la poderia fazer algum tipo de acordo, mas enganou-se de forma brutal. Ela foi uma outra vítima. Deparou-se no fundo do mar, sufocando, perdendo forças. E a única coisa que pôde fazer foi usar sua espada, enfiando-a em seu peito e sentindo uma mistura de alívio e peso por fazer aquilo com um ser especial. Voltou a superfície, sufocando, recebendo ajuda de locais que a levaram para longe dali para cuidar dela. E então Achlys estava frustrada: perdera sua espada, sentiu culpa por não conseguir "conversar" com a sereia e ainda por ter a impressão de te-la matado. No dia seguinte, Achlys "sumiu" da enfermaria em que estava, tinha voltado ao Acampamento, se sentindo uma outra pessoa. De uma forma mais completa. De outra... um pouco fraca. Viu que seus anos de árduos estudos poderiam não te-la preparado para tudo. Queria seu pai, mais que nunca. No entanto, Athena apareceu para ela, dizendo para ela não se preocupar, tinha tido sucesso, pois os ataques ali tinham parado, apenas não sabiam o que tinha acontecido com a sereia. Aquele momento foi um tanto especial.

    Segunda: Enquanto outros Meio-Sangue estavam em uma missão no navio, ela foi para o Oriente Médio, para conferir se Éris tinha influenciado algum Deus. Não demorou muito para descobrir que não, esperta o suficiente e então, com um pouco de medo desde a ultima missão, de quase morrer, não enrolou. Mas ao voltar, não foi para o Acampamento. "Caiu" em outra missão. Esta não lhe apavorou, tinha seus irmãos e outros campistas junto.

    Suas armas foram um relógio analógico, um Elmo Sem Chifre e uma Corneta Giallarhorn, tendo pertencido a família Wartooth.

    Físico


  • Altura: 1.78 m
  • Peso: 55 kg
  • Cor dos Olhos: Azul acinzentados
  • Cor do Cabelo: Naturalmente loiros e levemente ondulados.
  • Corpo: Faz o tipo bem magrela. Sua cintura quase não é acentuada, mas é delicada. Tem pernas compridas e finas, assim como a estrutura óssea pequena. Seu rosto é bem fininho e comprido, com grandes olhos. Tem uma aparência bem angelical por vezes ou de boneca, com a boca pequena também e um pouquinho dentuça.
  • Vestimenta comum: Gosta de roupas simples. Geralmente usa muito moletom, mas é apaixonada por roupas de estilo grego, cresceu usando-as por vezes. Não está acostumada com decotes e se tiver que usar, não se sentirá bem. Gosta de usar vestidos com meia calça, botas, roupas claras ou meio

    Personalidade


    É muito reservada. Observa muito, tudo e todos, especialmente em um lugar novo, mesmo que nunca tenha ido pra algum realmente. Muito tranqüila e calma, é polida e fala baixo. No entanto, não tem a fraqueza de emocional e personalidade que pode parecer ter às vezes, por ser muito na sua e sempre com a cara nos livros. O problema é que nem ela sabe disso aind. Adora passar horas conversando sobre o que lhe interessa, surpreende facilmente as pessoas com seu conhecimento tendo tão pouca idade, mas acha perfeitamente normal e fica sem graça com elogio do tipo. Pode ser muito divertida e tem um sorriso radiante, mesmo que na maioria das vezes ele seja discreto e curto. Devido a criação em casa a vida toda, tem pouco conhecimento do que devia ter bastante: sua própria adolescencia. Não conhece gírias banais e coisas do tipo.

  • Gosta/Odeia: Gosta muito de pinturas, pintar, livros e tudo que seja considerado o mais nerd possível. Seu forte não é a tecnologia, aprende fácil se precisar, mas nunca teve um computador ou celular e assiste pouquíssima TV. Simplesmente ama escrever. É apaixonada pela Grécia e sua arquitetura, logo, ama sua casa.

    Gosta bastante de animais também, plantas e música. Dos instrumentos gregos, sabe tocar Lira e Kithara. Tentou Aulos também, mas detestou.

    Ama lembranças, principalmente materiais como foto ou algum objeto ou acessório. O colar dado por Athena é seu grande xodó.

    Odeia dormir tarde, não pelo tarde em si, mas porque sempre morre de sono bem cedo se sente mal e meio lerda com sono extremo.

    Não gosta de pipoca e trovões muito fortes. Adora o sol e céu azul, porém com um tempo gostoso, não gosta de frio (porém, ama colocar pijamas fofos, deitar com seu pai e assistir filmes, ou ler), ama ler ao ar livre e uma dos seus momentos preferidos é deitar na grama numa noite de céu estrelado e simplesmente observá-lo.

    Não gosta de multidões, muito menos de muito barulho em sua volta. Se sente presa. Aliás, descobriu no acampamento que sobre muita pressão e nervoso extremo, ela simplesmente desmaia. A tal da sincope.
  • Medo: Não tem medos realmente, ou não que o saiba, mas perder seu pai definitivamente seria um. Nunca parou para pensar, mas ficaria totalmente perdida sem ele.
  • Ponto Fraco: Não descobriu ainda, não percebe, mas muito possivelmente, seria o contato ou convivência com muitas pessoas, já que passou a vida até agora em sua casa.
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