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 Thomas Smithson (Hefesto)

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Thomas Smithson

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Masculino Idade : 25
Mensagens : 2305

MensagemAssunto: Thomas Smithson (Hefesto)   Seg Abr 05, 2010 6:50 pm

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  • Nome: Marina Martini Lopes - Nyna
  • Outros personagens: Arthur Chandler, Angelo Bianco, Winnie Alam Maeveen, Cuthbert Rosenfeld

    Informações Básicas

  • Nome: Thomas Smithson
  • Apelido: -
  • Filho de Hefesto
  • Sexo: Masculino
  • Local de Nascimento: Lakewood, Colorado, EUA
  • Data de Nascimento: 28/12/1991
  • Estado Civil: Namorando (Zoe Collins)
  • Sexualidade: Heterossexual

    Meio-Sangue

  • Poderes maiores: -
  • Arma Mágica: Um machado de guerra que entra em brasa quando outra pessoa tenta usá-lo.
  • Falha Fatal: Desconfiança. Thomas confia em pouquíssima gente. Precisa conhecer alguém há muito tempo para realmente se abrir com a pessoa e a considerar um amigo com quem pode contar. Seria difícil para ele partir numa missão com pessoas que conhece há pouco tempo, por exemplo, ou então se ver precisando da ajuda de desconhecidos no meio de uma batalha.

    Família

  • Progenitor Mortal: Angela Smithson nasceu no seio de uma família muito rica, dona de uma empresa de mineração em Westminster, no estado do Colorado. Com cabelos e olhos negros como os da mãe, Angela era bonita, mas não tanto quanto suas duas irmãs mais velhas, que eram disputadas por tantos jovens que Angela sequer conseguia decorar seus nomes. Assim, Angela fazia o possível para se destacar de outras formas aos olhos dos pais: era muito estudiosa e madura, sabia conversar sobre praticamente qualquer assunto, e demonstrou desde cedo um grande interesse em assumir o negócio dos pais. Ao se formar na escola, entrou para a faculdade de Geologia, para se aprofundar no assunto que era o sustento de sua família, e ao mesmo tempo já se envolveu com os negócios da empresa, tornando-se o braço direito de seu pai. Os Smithson, além de muito ricos, eram muito tradicionalistas e religiosos, e ficaram extremamente satisfeitos quando Noel Listing, dono de uma empresa de telecomunicações e frequentador da mesma igreja que os Smithson, se mostrou interessado em Angela. Angela pareceu corresponder a esse interesse, e quando ela tinha apenas 24 anos os dois se casaram. Ter filhos era um dos maiores sonhos de Noel, mas três anos após o casamento Angela ainda não havia engravidado.
  • União: Um dia, quando foi buscar seu carro para ir para casa após o trabalho, Angela descobriu que o carro não ligava. Tentou ligá-lo por alguns minutos, sem sucesso, e quando estava quase voltando para sua sala na empresa para telefonar para alguém, um estranho passou e perguntou se havia algo de errado. Angela explicou seu problema, e o desconhecido se mostrou disposto a ajudá-la. O homem abriu o capô do carro, e em poucos segundos o carro voltou a funcionar. Angela ficou impressionada, pois tinha a sensação de que o homem consertara seu carro com apenas um toque, mas não comentou nada. Como nunca o tinha visto ali pela empresa, perguntou quem ele era, e o homem respondeu, em tom de brincadeira, que era um deus, e que havia decidido dar umas voltas e procurar algum mortal que precisasse de sua ajuda. Angela riu, deixando o assunto para lá, agradeceu ao homem e foi para casa. Mas nos dias seguintes o homem voltou a aparecer, na hora da saída do trabalho de Angela. Os dois trocavam poucas palavras nessas ocasiões, e Angela brincava perguntando se um deus não teria outros afazeres além de esperá-la na saída do trabalho, mas a verdade é que aquele misterioso homem a intrigava. Ela notava que havia nele algo de diferente, de especial, e suas conversas, apesar de curtas, eram sempre muito agradáveis. Cerca de duas semanas após o primeiro encontro dos dois, o homem perguntou se Angela não aceitaria sair com ele para tomar um café e conversar um pouco mais, e Angela acabou aceitando. Não demorou para que essa saída voltasse a se repetir, de novo e de novo, e antes que percebesse Angela estava apaixonada por aquele homem. Os dois se tornaram amantes, e, embora isso fizesse com que Angela se sentisse extremamente culpada a cada vez que olhava para seu marido, ela não fez nada para terminar seu relacionamento com Hefesto. Sim, Hefesto, pois era assim que aquele homem se apresentava, insistindo que era realmente um dos doze Olimpianos. Nas primeiras semanas de seu relacionamento com aquele homem, Angela ignorou essas estranhas afirmações, levando-as na brincadeira; mas depois de algum tempo insistiu em saber a verdade sobre seu amante. Foi aí que Hefesto deu diversas provas de que era realmente o que dizia ser: manipulava o fogo sem o menor problema, consertava objetos e aparelhos quebrados com apenas um toque. E Angela percebia nele, cada vez mais, uma presença diferente, um poder gigantesco, digno de um verdadeiro deus. Ela passou a acreditar na identidade que seu amante dizia ter, e os dois continuaram seu relacionamento às escondidas por mais de meio ano. Foi aí que Angela descobriu que estava grávida. Ela entrou em pânico, sem saber se o filho era de Noel ou de Hefesto, mas logo Hefesto lhe disse que sabia que aquele bebê não era filho de um mortal. A possibilidade de aborto nem passou pela cabeça de Angela, que considerava isso um crime imperdoável; e quando soube que a esposa estava grávida Noel ficou imensamente feliz. Tudo estaria - quase - bem se Angela pudesse simplesmente se afastar de Hefesto, ter aquele filho e fingir que Noel era o pai da criança; mas Hefesto lhe alertou de que, sendo seu filho, a criança certamente nasceria com a pele negra ou ao menos morena, dificilmente podendo se passar por filho de um branco como Noel. Desesperada, sem ver outra saída, Angela acabou contando toda a verdade a Noel num momento de nervosismo. Claro que não falou nada sobre a identidade de Hefesto, mas contou que estava esperando um filho de outro homem. Os dois tiveram uma discussão terrível, e depois Noel saiu de casa e passou mais de uma semana sem dar notícias. Nesse meio tempo Angela disse a Hefesto que nunca mais queria vê-lo, pediu que ele a esquecesse e nunca mais fizesse contato. Ao fim de uma semana, Noel retornou, dizendo que não havia contado nada a ninguém e que estava disposto a perdoar Angela se ela mandasse aquele filho viver com outra pessoa assim que ele nascesse, fingindo para todo mundo que havia perdido o bebê, de modo que ninguém soubesse de sua existência ou de sua relação com Angela. Nessa época o pai de Angela já havia morrido, e sua mãe, Rose, vivia sozinha em Lakewood, cidade onde havia nascido. Então foi a ajuda dela que Angela pediu: um pouco antes do nascimento de seu filho, Angela viajou com Noel para Lakewood, deu à luz lá, deixou o filho com a avó e voltou dizendo que o bebê havia morrido no parto. Rose batizou o menino de Thomas e o criou como se fosse adotado, e ele cresceu sem saber quem eram seus verdadeiros pais. Noel e Angela passaram a evitar qualquer tipo de contato com o menino.
  • Outros parentes: Rose Smithson era sua avó materna, que o criou sem nunca contar a verdade sobre seus pais. Morreu quando Thomas tinha 14 anos de idade.

    Biografia

  • Descoberta: Não se pode dizer que a infância de Thomas foi exatamente feliz. Rose lhe dava tudo de que ele precisava, eduação, casa, comida; mas nunca lhe deu carinho. Tudo que ele sabia era que havia sido adotado por ela quando ainda era um bebê, mas muitas vezes ele não conseguia imaginar o porquê, uma vez que sempre era tratado como uma espécie de estorvo. Para piorar, Thomas era disléxico e tinha transtorno de déficit de atenção, o que o fazia ter extrema dificuldade para estudar e passar de ano, e parecia ser mais um motivo para que Rose reclamasse de seus defeitos e de como ele a incomodava. Também havia outra coisa: três vezes em sua vida, uma quando tinha 7 anos, outra quando tinha 10 e outra quando tinha 11, Thomas simplesmente... Botou fogo nas coisas. Literalmente. Nas três vezes Thomas estava irritado ou nervoso, e as coisas que estavam por perto ou nas suas mãos haviam pegado fogo, espontaneamente. Claro que nunca adiantou de nada tentar dizer que não fazia ideia de como aquilo havia acontecido; e a terceira vez, inclusive, provocou sua expulsão de uma escola. Pelo menos serviu para alguma coisa: na nova escola Thomas fez seu primeiro amigo de verdade, um menino chamado Adelfo. Adelfo tinha poucos amigos, mas se deu bem com Thomas imediatamente. Passaram-se cerca de seis meses antes que Thomas botasse fogo em mais alguma coisa, mas dessa vez foi um pouco pior: ele ateou fogo às roupas de um valentão que estava implicando com Adelfo, que tinha um problema nas pernas e não conseguia caminhar direito. O menino foi parar no hospital com queimaduras, e Thomas foi novamente ameaçado de expulsão. E foi nesse meio tempo, enquanto ainda não sabia se seria expulso ou não, que Thomas foi chamado por Adelfo para uma conversa muito estranha. Adelfo lhe disse simplesmente que ele, Adelfo, era um sátiro, e que ele, Thomas, era um semideus. E foi lhe contando toda a verdade sobre os Olimpianos, os meio-sangues, o Acampamento... No início a história parecia completamente sem sentido, mas, quanto mais Adelfo falava, mais Thomas percebia que ela só podia ser verdadeira. Adelfo disse que normalmente só contaria aquela história a Thomas se este estivesse correndo algum perigo, como ser atacado por um monstro ou algo assim; mas que ele já parecia ter seus poderes de semideus bastante desenvolvidos apesar de sua pouca idade, e que seria um perigo para si mesmo e para as pessoas que o cercavam se não aprendesse a controlá-los. Assim, aos doze anos de idade, Thomas se mudou para o Acampamento Meio-Sangue, não hesitando nem por um momento em deixar Rose para trás. Ele sequer chegou a explicar para onde ia ou avisar que ia se mudar, apenas sumiu. Rose concluiu que ele deveria ter fugido de casa, e não se empenhou muito em procurá-lo; mas, pelo que soube através das coisas que Hefesto uma vez lhe contou, Angela é a única que imagina o que realmente pode ter acontecido com seu filho.

  • Vida de Campista: O Acampamento Meio-Sangue é o lar e a vida de Thomas desde os seus doze anos de idade, quando Adelfo o levou até lá. Por quase seis meses ele viveu no Chalé de Hermes, até ser oficialmente reconhecido como filho de Hefesto, no meio de um treinamento de espadas. Thomas não lutava mal com esse tipo de arma, mas definitivamente não lutava tão bem quanto poderia. No meio de uma luta, quando Thomas estava perdendo feio, uma espécie de roda de fogo se formou em volta dele, como que protegendo-o, e um martelo holográfico brilhou sobre sua cabeça. Thomas mudou de Chalé, passando para o Chalé de Hefesto, e de arma, passando a treinar com um machado, o que melhorou muito seu desempenho. Se interessou desde cedo por praticamente todas as atividades do Acampamento, especialmente a forja de armas e equipamentos, e não demorou muito para aprender a controlar seus poderes - mesmo que nunca mais tenha conseguido produzir fogo. Este é um poder que os filhos de Hefesto não aprendem a controlar há mais de um século, e o máximo que Thomas conseguiu fazer foi extinguí-lo, p/ não atear fogo nas coisas sem querer. Se tornou Conselheiro do Chalé de Hefesto aos 17 anos e permanece neste cargo até hoje - e aos 19 anos acumulou essa função com a de Instrutor, responsável pela disciplina Fabricação de Armas.

  • Vida de Mortal: Como não tem para onde voltar e não gosta das lembranças de sua vida mortal, Thomas nunca mais saiu do Acampamento por conta própria, indo para outros lugares apenas em excursões com os outros campistas ou para cumprir tarefas relacionadas ao Acampamento.

  • Missões: Teve participações menores em várias missões; mas se envolveu principalmente na missão A Mais Longa das Viagens, que o levou até o Mundo Inferior com Golden Attberg e Violet Cadmo; e na Missão Argos, com vários outros campistas, em que passou quase um ano viajando pelo mundo e entrando em contato com deuses e monstros de outras mitologias.

    Físico


  • Altura: 1,87m
  • Peso: 95 kg
  • Cor dos Olhos: Pretos
  • Cor do Cabelo: Preto
  • Corpo: Tem a pele negra, os cabelos encaracolados, os lábios cheios e o queixo quadrado. É grande e musculoso.
  • Vestimenta comum: Usa roupas básicas e práticas, em geral de tons escuros.

    Personalidade


    Thomas é quieto. Prefere ouvir do que falar, mas é muito observador e está sempre atento ao que acontece à sua volta. Meio desconfiado, demora a realmente se abrir com alguém ou se apegar às pessoas. Por tudo isso, pode parecer antipático ou mal-humorado; mas a verdade é que com os amigos ele é bastante divertido, além de ser muito leal. Também é muito disposto a ajudar os outros: sempre que pode, auxilia os recém-chegados ao Acampamento em suas atividades, para que se sintam mais à vontade e se acostumem mais rapidamente com seu novo lar. Gosta muito de ensinar os campistas mais novos a lutar, e não se importa em consertar armas e escudos dos outros quando estão rachados ou com a lâmina cega. É muito justo e correto, e nunca abusa de sua autoridade como Conselheiro ou Instrutor. Organizado e trabalhador, não reclama de nenhuma das tarefas que precisa realizar no Acampamento, e em geral cumpre seus deveres com prazer, gostando de dormir e acordar cedo para isso. É calmo e não gosta de quem provoca brigas ou discussões à toa, preferindo deixar este tipo de coisa apenas para a arena de treinamento de batalha. A única coisa que parece capaz de tirá-lo do sério é quando presencia algum tipo de injustiça ou quando acha que as pessoas de quem ele gosta foram feridas ou magoadas.

  • Gosta/Odeia: Na maior parte do tempo, Thomas gosta de ficar sozinho. Passa muito tempo forjando armas e equipamentos para o Acampamento, sem deixar que nada o distraia ou desconcentre. Odeia dias frios, chuva, pessoas barulhentas e escandalosas e grandes multidões.
  • Medo: Como todos os filhos de Hefesto, tem Acrofobia, ou seja, fobia de altura e lugares muito altos.

    Círculo de Contatos


  • Amigos: As pessoas com quem Thomas mais se importa no mundo, além de sua namorada Zoe, são suas irmãs Helen Díaz e Maryanne Smith. Helen é sua principal companheira de treinos e batalhas; e Mary é sua irmã mais nova, por quem Thomas se sente de certa forma responsável, e por quem tem um instinto muito forte de proteção. De forma geral, Thomas também se dá bem com os outros campistas mais antigos, que tem mais ou menos sua idade, são ou já foram Conselheiros de seus Chalés; como Golden Attberg, Natalie Bach, Violet Cadmo ou Dita Kypris. Thomas não é exatamente amigo de Apollyon Morgenstern, mas o considera um bom guerreiro e o respeita como tal.
  • Relacionamentos: Certa vez, Afrodite causou uma confusão no Acampamento, fazendo com que os campistas se apaixonassem uns pelos outros, de forma totalmente aleatória, independente de idade, afinidade, ou de seus relacionamentos anteriores. Thomas se apaixonou por Zoe Collins, uma campista do Chalé de Afrodite, um ano mais nova que ele, e foi correspondido. Durante o cerca de um mês que essa confusão durou, Thomas e Zoe foram perfeitamente felizes um com o outro, e descobriram que se davam realmente bem - tanto que, depois que tudo foi resolvido, continuaram a se falar com bem mais frequência que antes, e a ficar de vez em quando. Nas palavras de Zoe, descobriram que 'gostavam de gostar um do outro'. Depois de algumas idas e vindas, engataram um namoro, que continua até hoje. É o primeiro relacionamento sério de Thomas, e ele não consegue se imaginar sem Zoe: é completamente apaixonado por ela, e os dois vivem fazendo planos para o futuro, mesmo que não saibam se metade deles pode se concretizar, por causa de suas vidas de meio-sangue.


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