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 Apollyon Morgenstern (Ares)

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Apollyon Morgenstern

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Masculino Idade : 25
Mensagens : 6202

MensagemAssunto: Apollyon Morgenstern (Ares)   Dom Abr 11, 2010 3:11 am

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  • Nome: Aline
  • Outros personagens: Samaire MacLoul e Kayleigh Sparks


    Informações Básicas

  • Nome:
  • Apollyon Knox Morgenstern
  • Apelido:
  • Odeia que dêem apelidos para ele, mas algumas pessoas insistem em fazê-lo. Chamam-no de "gigante", "grandão" ou "filho de Apolo" (que ele detesta acima de qualquer outro), além dos trocadilhos com seu nome: Popo, Lion, Lyon e Apolo mesmo.
  • Filho de
  • Ares
  • Sexo:
  • Masculino
  • Local de Nascimento:
  • Los Angeles, California, EUA
  • Data de Nascimento:
  • 21/06/1992
  • Estado Civil:
  • Solteiro
  • Sexualidade:
  • Hétero


    Meio-Sangue

  • Poderes maiores:

  • • Sentimento de Batalha - 1
    • Poder da Guerra - 3

  • Arma Mágica:
  • ?

  • Falha Fatal:
  • Arrogância. Ele acha que pode fazer qualquer coisa melhor do que todos, mesmo os deuses.


    Família

  • Progenitor Mortal:
  • Gilda Knox Morgenstern. Nasceu em uma cidade pequena da California chamada Colusa. Teve uma infância humilde, perdendo a mãe no dia do seu nascimento devido a complicações no parto. Aos 14 anos, seu pai também faleceu e, sem ter outros parentes, partiu para Los Angeles com as poucas economias que o pai tinha deixado. Morou nas ruas por alguns meses, até ser recolhida por uma senhora que ajudava meninos de rua.
    Aos 15 anos, já com 1,78m, foi descoberta por um caça-talentos e levada a uma agência, para ser modelo. Porém, a carreira não decolou. Gilda começou a trabalhar como garçonete-dançarina num bar latino e dividia um apartamento com mais duas garotas, colegas de trabalho. Fazia diversos bicos e, pela falta de dinheiro, aceitou aos 19 anos o convite para ser "round girl" numa academia de boxe famosa em LA. Seu trabalho era desfilar com uma placa na mão nos intervalos entre os rounds da luta. Foi nessa academia que conheceu Ares. Engravidou do deus e teve seu primeiro filho: Apollyon. Criou-o sozinha até que tivesse 4 anos, então conheceu Raoul Morgenstern, um rico empresário. O homem se apaixonou por Gilda e a queria a qualquer custo. Casaram-se quase um ano depois e Raoul adotou Apollyon. No mesmo ano do casamento nasceu o filho do casal, Leonard.
    Sempre foi uma boa mãe, apesar de se preocupar quase mais com sapatos e maquiagem do que com os filhos.
    Comunicava-se com Apollyon semanalmente e ficou em estado de depressão quando soube da sua morte. Quando o garoto foi resgatado e voltou, resolveu não avisar a família, já que imaginava que sua morte definitiva não tardaria. Dessa forma, Gilda não sabe que Apollyon está vivo hoje. Vive numa luxuosa mansão em LA, casada, criando o filho que mora com ela.

  • União:
  • Roy era o mais novo nome do pugilismo na cidade. Estava há mais de dez lutas sem perder. Era um homem grande e bonito, e emanava algum tipo de força, charme e poder que deixava as mulheres malucas. Com Gilda não era diferente. Roy vivia trocando olhares com a "round girl" e não demorou para que eles marcassem um encontro. Foi o primeiro de uma série deles, todos regados a muita bebida alcoólica e longas noites de amor. Quase um mês depois de começar o relacionamento, Roy contou a mulher que era um deus. Gilda riu, brincando que o boxe poderia transformá-lo num rei, mas dificilmente seria mais do que isso. Ares entrou na brincadeira, sem terminar de contar quem realmente era.
    Já apaixonada, continuaram mantendo um relacionamento por mais dois meses, até que ela descobriu que estava grávida. Quando contou a "Roy", ele pareceu já estar acostumado a receber aquela notícia. Disse que não poderia criar aquele filho e que ele só traria problemas para ela. Disse também que, se ela quisesse, poderia tirar, ele não ligava. Furiosa com aquilo, Gilda o mandou para o inferno e disse que nunca mais queria vê-lo.
    A mulher só voltou a ver Ares no dia do nascimento do filho. Ela já tinha escolhido o nome Leonard para o garotinho, mas Ares sugeriu um nome mais "forte". Com o menino no colo, Ares o chamou de Apollyon e o filho sorriu. Tinha apenas algumas horas de vida e todos diziam não ser possível um bebê tão pequeno sorrir, mas ele sorriu e então passou a ser chamado de Apollyon.
    Naquele dia, Ares contou à Gilda quem ele era de verdade. Ela finalmente entendeu os motivos para ele não querer aquele filho e porque não poderiam permanecer juntos.

  • Outros parentes:
  • Raoul Morgenstern, padrasto. Leonard Morgenstern, meio-irmão de 15 anos.


    Biografia
    Nasceu em LA. Teve a infância até os 4 anos bem humilde. Morava com a mãe num apartamento que dividiam com duas amigas de Gilda.
    Quando a mãe se casou com Raoul Morgenstern, Apollyon foi adotado pelo homem e ele e a mãe foram morar numa luxuosa mansão na cidade. Logo de início, já ganhou um irmãozinho, Leonard, nome que Gilda queria dar para ele.
    Sempre foi um péssimo irmão, roubando e/ou quebrando os brinquedos do caçula, aprontando e colocando a culpa no bebê, escondendo as coisas que Leo gostava e sendo mau com o pequeno.
    Raoul não gosta de Apollyon. No começo, tentou se aproximar do garoto e tudo mais, mas devido ao jeito turrão do menino e como tratava Leonard, acabavam brigando com frequência. Dessa forma, foram se afastando aaté o momento em que nem sequer se cumprimentavam quando se encontravam.
    Com a mãe tinha um cuidado quase humano. Não chegava a abraçá-la e demonstrar seu amor, na verdade nem lembra a última vez que fez isso ou SE algum dia o fez.
    Mesmo implicando com o irmão, sempre o defendia no colégio. Afinal, era seu irmão e só ele poderia judiar do garoto.
    Apollyon sempre teve um imã para problemas. Se tinha uma briga, lá estava ele. Se alguém se machucava, Apollyon estava por perto. Se a mochila do colega pegava fogo, era óbvio que a culpa era dele. Dessa forma, nunca parou mais do que um ano nos colégios.
    Nunca teve curiosidade pra saber quem era seu pai. Sabia que não era Raoul, mas nunca se interessou em perguntar a mãe quem era.
    Descobriu que era filho de um deus razoavelmente cedo, aos 9 anos.
    Só viu Ares poucas vezes na vida, a primeira delas foi no dia em que saiu para sua primeira missão. Naquele dia o pai apareceu para lhe desejar boa sorte. Sorriu orgulhoso e deu dois tapinhas nas costas de Apollyon, dizendo "Vai lá garoto, destrói tudo!", partindo em seguida, sem que Apollyon conseguisse falar nada pela emoção. É lógico que jamais admitiu isso nem pretende fazê-lo. Antigamente, contava o episódio todo orgulhoso aos seus meio-irmãos mais para provocar inveja do que outra coisa. Hoje, tem uma raiva absurda do pai, por não tê-lo ajudado enquanto estava sendo torturado por Seth no mundo inferior egípcio. Não quer nem saber se Ares nada podia ter feito. A raiva está lá e ela a alimenta todos os dias.

  • Descoberta:
  • Estava brigando com um grupo de três valentões do colégio, mas estava se dando muito mal, mais apanhando que batendo. Um dos garotos mais esquisitos do colégio, que nem amigo de Apollyon era, veio ajudá-lo e, num movimento, seus tênis saíram revelando no lugar de pés humanos, cascos. Apollyon ficou assustado com aquilo, mas os outros pareceram não notar a bizarrice. Naquele momento, distraído pela visão, Apollyon recebeu um soco forte no rosto e caiu no chão, desacordado. Quando despertou, já estava no carro de Raoul, voltando para casa e levando bronca do padrasto.
    Depois daquele dia começou a perseguir o tal garoto que ele descobriu se chamar Spinet. Cobrava respostas, mas o garoto sempre dava um jeito de fugir das perguntas. Até que Apollyon o colocou contra a parede e ameaçou bater nele até arrancar aquilo que ele chamava de cabeça. Spinet acabou cedendo e contando ao encrenqueiro semi-deus o que ele realmente era. Não houve dúvidas, Apollyon sempre soube que era diferente, agora apenas tinha sua confirmação.

  • Vida de Campista:
  • Chegou ao Acampamento com 9 anos, levado por Spinet, o sátiro e logo no primeiro dia já teve a revelação de quem era seu pai... não que alguém duvidasse de quem era. Uma chama envolveu seu corpo e quando desapareceu, o menino estava com uma armadura grega completa, um elmo e um apena dourada na mão. Achou a pena inútil, mas a chacoalhou, vendo-a transformar-se num magnífico chicote de ouro, que encolhia e aumentava conforme a sua vontade - essa arma mágica foi perdida no momento em que Apollyon morreu, em 2011.
    Foi logo enviado para o chalé de Ares e conheceu seus meio-irmãos. Encrenqueiro como sempre, já arranjou problemas logo na primeira semana, brigando com os garotos mais velhos do chalé de Apolo que o zoavam por causa de seu nome.
    Nos dois primeiros anos ficava no Acampamento apenas durante as férias de verão. Somente aos 12 anos é que passou a morar ali mesmo.
    Os problemas não pararam, na realidade só aumentaram.
    Uma das discussões que Apollyon guarda na lembrança foi com Violet Cadmo, mais de um ano após ter chegado ao acampamento. A filha de Dionísio tomou as dores por um dos seus irmãos, de quem Apollyon caçoava e ria com os meninos de Ares. Ao vir tirar satisfações com ele, Apollyon fez piada com ela também, sobre seu tamanho, bochechas e cabelo. Furiosa, ela fez com que ele tivesse uma alucinação de alguns segundos, onde se via sendo motivo de chacota por todo o acampamento, caçoado e humilhado, enquanto todos apontavam e riam da sua cara. Ele sentia que tinha ficado fraco e que todos zombavam dele por isso. Quando "acordou", percebeu que nada daquilo era real e encontrou apenas uma garotinha com um sorriso maldoso o olhando. Sentindo-se humilhado de verdade agora, partiu para cima dela e teria batido mesmo, se a tivesse alcançado. Puto, nunca mais caçoou dela, mas a odiou acima de qualquer outra pessoa no Acampamento por vários anos. Após a missão que cumpriram juntos, Apollyon passou a jogar na cara da menina que se não fosse por ele, ela teria falhado. Foi uma forma infantil de vingança, mas depois de um tempo, acabou ficando amigo dela.
    Começou a se destacar nos treinos bem no início da sua vida de campista, tendo uma facilidade incrível com qualquer arma e uma mira excelente no arco-e-flecha, com a lança ou a espada, sobressaindo-se por isso. Foi e continua sendo um dos melhores guerreiros que o acampamento possui, respeitado e temido. Mesmo assim, a arma que mais dominava era, obviamente, o chicote. E, sempre, a arma que menos gostou foi a lança. Hoje, considera a espada sua melhor arma, uma vez que não tem mais o chicote mágico.
    Faz sucesso com as meninas desde muito cedo. Deu seu primeiro beijo aos 11 anos, nas férias de verão, em uma filha de Afrodite e perdeu a virgindade aos 13, com a mesma filha de Afrodite. Nunca se apaixonou de verdade, mas sempre acaba se encantando pelas garotas e, dessa forma, gosta de várias ao mesmo tempo. É lógico que não admite estar encantado, às vezes nem demonstrar ele sabe, sendo grosseiro e estúpido com elas. Porém, aprendeu a nutrir algo muito especial por sua meio-irmã, Dita Kypris. No começo todos acharam estranho dois irmãos ficando, até ele mesmo, mas depois de um tempo se tornou muito natural e atualmente ele pode garantir que não viveria sem ela. Entretanto, não consegue perder o hábito de flertar com todas as meninas. Suas preferidas sempre serão Achlys Kephner, Helen Díaz e Maryanne Smith.
    Morreu no dia 13/02/2011, numa batalha no Acampamento Meio-Sangue contra Éris. Depois disso, a deusa ofereceu sua alma ao deus egípcio Seth e Apollyon passou a ficar no Mundo Inferior Egípcio, dentro de uma banheira com fogo. Ele sentia dor como se seu corpo estivesse de fato queimando, mesmo que fosse tudo psicológico. Isso durou cerca de um mês, então ele foi resgatado pelos campistas que estavam em missão na Argos no dia 18/03/2011.
    Revoltado pelo fato de ter sido derrotado por semi-deuses gregos, Seth aproveitou que Apollyon estava debilitado e se apoderou do seu "ka" - sua alma. Anúbis conseguiu salvar metade do ka de Apollyon e o reteve em um pássaro, um falcão. O animal passou a rodear Apollyon, sem nem poder ficar muito tempo longe do seu "dono", mas mantendo sempre uma distância segura para não ser descoberto. E sempre achava Apollyon, onde quer que ele fosse.
    Ninguém percebeu que Seth estava dentro do corpo de Apollyon, até mesmo por estar dominando o garoto aos poucos. No início, Lyon às vezes ouvia uma voz distante, mas nunca deu importância, sem comentar com ninguém por achar que tinha ficado meio louco depois do tempo que passou sendo torturado no Mundo Inferior Egípcio. Aos poucos, aquela voz foi se tornando mais presente e ele a reconhecia como sendo a voz de Seth, o que só provava que ele estava ficando mesmo louco. Depois, a voz passou a conseguir controlar algumas ações de Apollyon, mas ele estava convencido de que não era nada demais.
    Viveu por quase um ano na Argos, junto de vários outros meio-sangues, participando de algumas batalhas tentando resgatar todas as almas que Éris havia roubado. Por fim, decidiram voltar ao acampamento para protegê-lo.
    Quando chegaram lá, em janeiro de 2012, o garoto passou a ter alguns apagões de vez em quando. Agia estranhamente por alguns minutos e depois não se lembrava do que tinha acontecido.

  • Vida de Mortal:
  • Visitava a mãe só uma vez por ano, durante as festas de fim de ano. Como não tem muitos parentes que os visitam, não precisavam inventar desculpas sobre onde Apollyon estava durante todo o ano. Porém, mesmo assim, se alguém perguntava, Gilda respondia que ele estudava num colégio interno sueco, e só. Hoje a família ainda acredita que o garoto está morto, portanto, ele não tem mais uma vida fora do Acampamento.

  • Missões:
  • Já participou de quatro missões - duas como convidado, uma como líder e uma em grupo.


    • A primeira foi a liderada por Larry Ballard, filho de Athena, em 2006.
      Uma raposa gigante estava atacando a Filadélfia, a névoa fez o povo e a mídia acreditar que um tigre havia fugido do zoológico da cidade. O Acampamento reuniu três heróis (Larry, Apollyon e Agatha, filha de Athena também) para enfrentar a Rapousa Teumessian, que diziam as lendas nunca poderia ser pega.
      Pouco antes de sair do acampamento, Ares veio em pessoa entregar a arma que ajudaria Apollyon a se defender: uma pena dourada que, ao ser chacoalhada, transformaría-se em um chicote dourado mágico.
      A profecia da Oráculo, dada a Larry, dizia:

      "Procurar deve para encontrar o Caçador Paradoxal
      Cercada pelos muros de heras e saber.
      Um herói apontará para sempre para seu mal"
      Não demorou muito para descobrirem que o Caçador era o cão Laelaps, que diziam as lendas sempre pegava sua caça. A Laelaps na verdade era uma estátua de buldogue, que estava como o mascote da Universidade Yale, o "Handsome Dan". Mas como o cão era de pedra, era preciso transformá-lo em animal novamente, e a única coisa capaz disso era o sangue da Medusa. A encontraram e a enfrentaram. Apollyon quase virou pedra nesse dia, sendo impedido por Agatha de olhar para a Medusa no último segundo. Invés de agradecê-la, o orgulhoso garoto brigou com ela, dizendo que estava tentando dar uma de heroína. Agatha ficou furiosa.
      A Medusa tentou fugir, mas Larry subiu em cima do capo do carro dela e a matou cortando sua cabeça com a antena de carro que Athena transformou em lança, e fez tudo isso olhando pelo retrovisor.
      Usaram o sangue da Medusa na estátua do buldogue e o levaram para Filadélfia, lançando-o atrás da raposa. Porém, "o ser que nunca era pego" contra "o ser que sempre pegava" criou um paradoxo e os deuses resolveram a questão transformando ambos novamente em estátua.


    • A segunda missão foi liderada por Violet Cadmo em 2008. A profecia da garota era:

      "A vingança que tanto procura, logo poderá saciar,
      Um rival do seu rival e um de seus rivais deverá encontrar
      E juntos partirão para o encontro dos verdadeiros ladrões"
      Logo depois de ter voltado da missão com Larry, Apollyon e Agatha não paravam de discutir. Viviam se ameaçando e chegaram a lutar algumas vezes, sem citar as pequenas peças que pregavam eventualmente um no outro. Portanto, quando percebeu que sua espada estava sumida, o garoto teve certeza de que tinha sido a filha de Athena querendo irritá-lo. Foi atrás dela e começou a acusá-la na frente de todos. A menina parecia não saber do que ele estava falando. Violet interveio, perguntando se ele sabia quem era Enio. Apollyon respondeu que sim, mau-humorado. Violet então lhe explicou sua história e tudo fez sentido.
      Os filhos de Ares, Enio, Fobos e Deimos estavam pregando uma peça em seu meio-irmão, como costumavam fazer com todos e, de algum jeito, roubaram sua espada. Violet chamou Apollyon e Agatha para lhe acompanharem na missão e logo descobriram que os três deuses estavam aterrorizando uma vila em Ohio. Chegando lá, encontraram os deuses menores. Os moradores da vila pequena e até então pacata, estavam com medo da série de crimes que estavam acontecendo. Pelo que parecia, uma gangue estava destruindo as lojas e casas e raptando algumas crianças, que os heróis mais tarde descobriram ser Semi-Deuses.
      Violet logo achou Enio e os seis lutaram ferozmente por algum tempo. Apollyon conseguiu sua espada de volta, Agatha conseguiu libertar os Semi-Deuses e tentava acalmá-los enquanto Violet enfrentava Enio, que caçoava da morte de seus avós. A menina, enraivecida, conseguiu envolver a deusa destruidora de cidades em videiras, mas quando ia acertá-la com a lança, fraquejou e não conseguiu se aproximar o suficiente, por medo. Apollyon percebendo que ela havia perdido a coragem, atacou Enio, fazendo-a se desintegrar. Fobos e Deimos fugiram, mas antes juraram vingar-se dos que haviam derrotado sua irmã.
      Os três heróis convenceram as duas crianças Semi-Deusas a irem para o Acampamento com eles e voltaram para Long Island. Apollyon finalmente tinha algo para responder quando a insuportável filha de Dionísio vinha tirar sarro dele pelo episódio da alucinação.


    • A terceira missão foi liderada pelo próprio Apollyon, em 2010. Sua profecia era:

      "Soprada por Zéfiro, a Alma de Eros no extremo das terras dos deuses está.
      No caminho a mudança trará confusão, e o medo de ser eterno pode causar destruição.
      Lá será apenas onde se revela quanto pronfudo o mistério ficará.
      Pois a beleza das dançarinas é o perigo que abrirá o portão"
      Apollyon convidou Violet Cadmo e Dita Kypris para participarem com ele. A missão era encontrar Psiquê, a amada de Eros, pois o deus do amor havia flechado todos no Acampamento, deixando-os apaixonados uns pelos outros.
      Durante a missão ficou preso no Palácio de Eros, no Maine, com as duas garotas. Lá, viveram um intenso romance que fez com que o ódio que sentia por Violet se dissipasse por completo e uma espécie de amor errado começasse a brotar pela irmã, Dita.
      A missão foi bem sucedida e, quando voltaram para o Acampamento, tudo estava normal de novo. Boatos de que ele e Dita ficavam começaram a correr entre os campistas e logo Apollyo o Dita já nem escondiam mais a relação incestuosa.


    • A quarta missão começou enquanto Apollyon estava morto. A primeira parada dos campistas da Argos foi no Mundo Inferior Egípcio, onde resgataram Apollyon do deus Seth. Apollyon vinha sido mantido preso em uma banheira com fogo. Ele "queimou" durante dias e isso o traumatizou para sempre, despertando nele um medo incontrolável de fogo e banheiras.
      Depois disso, passaram por diversas outras batalhas por quase um ano, até que retornaram ao Acampamento Meio-Sangue em janeiro de 2012.



    Físico

  • Altura:
  • 1,98m
  • Peso:
  • 99kg
  • Cor dos Olhos:
  • Castanhos esverdeados
  • Cor do Cabelo:
  • Loiro
  • Corpo:
  • Alto, corpo bem definito, musculoso, pele branca com algumas tatuagens no braço direito, ombro e tórax, nas costas, nos pulsos e tornozelos e no abdomen. Cada uma tem um significado, mas nem todos ele conta pras pessoas. Geralmente deixa a barba rala por pura preguiça de fazê-la todos os dias.
  • Vestimenta comum:
  • Geralmente usa calças largas no estilo militar (às vezes até com estampa camuflada mesmo) e, quando não está sem camisa, usa a laranja do acampamento ou de banda de rock como AC/DC, Iron Maiden e Nirvana. Coturnos, normalmente, mas às vezes usa tênis mesmo.


    Personalidade

    Quem não o conhece bem, diria que ele é uma pessoa carrancuda, amarga e que está sempre de mau-humor. É a imagem que ele passa. Está quase sempre sério e com a expressão fechada e é meio raro vê-lo sorrir longe dos garotos do chalé de Ares, ou das meninas com quem está querendo ficar. Já entre os irmãos é uma pessoa bem suportável. Emana respeito e força e até faz piadinhas e brincadeiras às vezes, de humor negro a grande maioria. Xinga, briga e discute com uma frequência absurda, várias vezes ao dia. Costumava não ter paciência para ensinar nada, mas aprendeu a ser um bom professor com o passar do tempo e até consegue suportar as crianças ruins.
    Adora aparecer, sabe que é bonito e, por isso, vive andando sem camisa pelo Acampamento.
    Tem um ódio quase gratuito pelos filhos de Dionísio, tudo por causa da birra antiga que tinha com Violet. Mesmo depois que eles se acertaram, continua achando todos os Dionísio "um bando de gordos bêbados".
    É absurdamente vingativo e não esquece tão fácil as coisas que fazem ou falam para ele, às vezes esperando meses até revidar alguma coisa que o incomodou.
    É diferente com cada garota que quer ficar. É meio bruto com umas, absurdamente metido com outras e até gentil quando a menina é muito tímida ou coisa assim. É carinhoso com todas, mesmo que o carinhoso dele seja menos carinhoso do que as pessoas "normais".

  • Gosta:
  • preto, tatuagens, rock, velocidade, mulheres bonitas, ser o centro das atenções... basicamente: sexo, sangue e piadas.

  • Odeia:
  • coisas "fofas", pessoas falantes/alegres/animadas, música sem guitarra e/ou bateria, falta de atitude/coragem/força, que digam que ele é filho de Apolo, que dêem apelidos pra ele. Detesta os filhos de Dionísio, os filhos de Athena, os filhos de Deméter, os filhos de Hermes... todo mundo.

  • Medo:
  • após ter sido capturado e preso por Seth, adquiriu medo de fogo.


    Círculo de Contatos

  • Amigos:

  • Dita Kypris - sua melhor amiga, com certeza é a pessoa que ele mais gosta, hoje.
    Helen Díaz - já tiveram um relacionamento amoroso, mas hoje são apenas amigos. Ótimos amigos.
    Achlys Kephner - a adora, de verdade, mas seu jeito tímido e super inteligente talvez os afaste um pouco, já que ele se considera bem burro ao seu lado.
    Violet Cadmo - já a odiou muito, muito mesmo, mas hoje gosta bastante da menina.
    Thomas Smithson - não chega a ser exatamente um dos seus melhores amigos, mas gosta de lutar com ele, o considerando um dos únicos adversários com quem realmente vale a pena treinar.
    Maryanne Smith - tenta tirar sua virgindade há muito tempo, mas depois de quase um ano navegando na Argos com ela, passou a vê-la mais como uma amiga do que como uma possível parceira sexual - entretanto, não negaria caso acontecesse.
    Golden Attberg - a única garota do Acampamento que gostaria de ter ficado e não ficou. Namorada de um dos seus irmãos, não chega exatamente a gostar dela, mas poderia passar algumas horas conversando ou treinando com ela tranquilamente.
    Arthur Chandler - peste. Na verdade tenta odiá-lo, mas o acha bastante divertido quando não está tirando Apollyon do sério.
    Natalie Bach - ainda não decidiu se gosta ou odeia a garota. Tem um ciúme doentio da relação dela com Dita.
    Madeleine e Samaire MacLoul - as gêmeas pentelhas. Também não decidiu se gosta delas ou as odeia, tem momentos e momentos.


  • Relacionamentos:

  • Achlys Kephner - já ficou com ela diversas vezes e inclusive, tirou sua virgindade.
    Alana Landseer - ficou com ela diversas vezes, tendo relações sexuais.
    Alicia Hellermann - ficaram apenas uma vez, nada muito marcante, mas houve relação sexual.
    Ariel Barrfhionn - ficaram algumas vezes, nada muito marcante também, havendo relações sexuais.
    Crystal O'Donnell - ficaram apenas uma vez, também com relação sexual.
    Dita Kypris - é apaixonado por ela, mas nunca falou isso nem pretende, também não demonstrando muito, nem a ela, muito menos aos outros.
    Helen Díaz - ficaram diversas vezes, mas hoje já não se relacionam dessa forma, o que é considerado uma verdadeira pena para ele, já que Helen sempre foi uma das garotas com quem ele mais gostava de ficar.
    Maryanne Smith - ficaram algumas vezes, mas nunca houve relação sexual entre eles.
    Natalie Bach - foi apaixonado por ela no tempo em que Eros espalhou o amor no Acampamento. Ficaram algumas vezes e tiveram relações sexuais.
    Sophie Masen - ficou com ela diversas vezes, tendo relações sexuais.
    Tétris Scott - ficou com ela diversas vezes, tendo relações sexuais.
    Violet Cadmo - viveu um intenso romance com ela e Dita ao mesmo tempo enquanto estavam presos no Palácio de Eros. Depois disso, ainda ficaram outras vezes, tendo relações sexuais.
    Zoe Collins - ficou com ela algumas vezes e, na última vez, acabou até ajudando indiretamente com que ela começasse a namorar Thomas.
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