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 Tulipy (Ninfa)

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Tulipy

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Feminino Apelido : Tuly
Idade : 57
Mensagens : 151

MensagemAssunto: Tulipy (Ninfa)   Sab Maio 08, 2010 7:03 am

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  • Nome: Alexandra Froument
  • Outros personagens: Achlys Kephner, Zeth Deigher e Madeleine MacLoul <3

    Informações Básicas

  • Nome: Tulipy
    Raça: Ninfa (Dríade)
    Árvore ou rio: Tulip Poplar. Uma árvore forte, resistente a doenças (após ter sofrido bastante no começo de sua existência), facilmente adaptável a diversas condições e radiante: em questão de um dia, na época de florescer, torna-se num belo e natural buquê de flores amarelas com uma intensidade absurda.
  • Data de Plantio: 5 / setembro / 1960


    Biografia

    Tulipy é considerada bem nova diante de muitas ninfas, gostando de ser cuidada como caçula. Ela tem 49 anos e sua árvore tem uma expectativa de vida superior a 100 anos.

    Sua vida afetiva sempre foi complicada, pois ela sempre fora radiante, bela e contagiante. Apaixonar-se por ela é como acordar em um sonho, sendo que você caminhou até ele e nunca percebeu. Porém, apesar de toda essa aparenta segurança, ela nunca a teve. Teve namoros de no máximo 10 meses, acabando no momento em que não se entregava. Fato disto: ela é virgem. Apaixonou-se todas as vezes, chorou mais do que queria e hoje ela tem o coração reservado para duas pessoas: a ninfa Maply, que nunca soube disto e só o destino dirá se um dia irá, e Roly Ramsey, filho de Apolo, cujo tem uma boa amizade. Ama deixar-se fotografar por ele e fica boba perto dele, assim como saem suas expressões nas fotos tiradas por ele: bobas e sonhadoras.

    Há dois anos, quase feriu gravemente o filho de Ares Trent Dawson, quando o mesmo aproveitou-se de seu momento de medo usando palavrões e gestos de lutas que ela tinha pavor. Ele pisou em cima de uma mudinha mediada, destruindo-a. Esta mudinha tinha sido plantada por ela, perto de sua árvore para “criá-la”. Isto a detonou por dentro, de um jeito irreparável. Assim que ele tentou sair, tendo tacado uma pedra em sua árvore, a raiva a dominou, fazendo raízes envolvê-lo por inteiro, apertando-o de um jeito que ele quase morreu sufocado. Ficou internado por apenas dois dias e logo ficou bom, mas ele não ousa se aproximar novamente. Quando Tulipy soube do efeito de sua raiva, sentiu-se culpada por um tempo.

    Tem uma boa relação com a dança graças à algumas campistas. Aquelas que amam torcidas tentaram ensiná-la técnicas de cheerleader, como Jeane Ainslee de Afrodite, mas ela é suave demais para isto, chegando a cair no chão. Mas é com a filha de Apolo Shyla Hopkins que ela se realiza. A pequena bailarina que adora compartilhar seus novos passos encontra em Tulipy a pessoa certa (já que nem todos os campistas teriam a paciência): ela consegue a admiração e elogios que quer e ainda ensina Tulipy que dança graciosamente, mesmo que meio pata em passos complexos.

    Em 1975, por meses ela se viu rodeada de crianças. Todas elas, assim que soubessem que aquela bela Ninfa era incrível e adorável, iriam para perto delas. Então Tulipy passava horas e horas contando-lhe belas histórias tiradas de sua imaginação ou baseadas no que ouvia de outros seres. Naquela época, o acampamento sentiu algo muito positivo: era difícil uma criança ter dificuldade em adaptar-se. Foi o ano mais fácil. Quando a maioria cresceu ou simplesmente ocupou-e com outras coisas, sua árvore passou semanas murcha, junto com ela, triste.

    Nunca levou jeito com a cozinha, mas gosta de servir os alunos. Uma vez quase se machucou tentando fazer um prato. Então decidiu ajudar apenas em coisas simples e principalmente, oferecer pequenos docinhos que faz com o fantástico mel vindo das flores de sua árvore.

    Físico


  • Altura: 1.69 cm
  • Peso: 50 kg
  • Cor dos Olhos: Impressionantemente azuis e brilhantes, além de expressivos.
  • Cor do Cabelo: De um radiante, porém, delicado loiro.
  • Corpo: Tem um corpo delicado e de um magro simplesmente saudável. É muito branca e tem a pele bem lisa, assim como é de característica da casca de sua árvore, por ser consideravelmente jovem. Sua cintura é delicada, enquanto suas pernas e braços são levemente mais “fofos”. Seu busto é bem farto, no entanto. Seu rosto é pequeno e não tem exatamente uma forma definida, visto que pode parecer comprido ou mais cheio dependendo da posição e etc.
  • Vestimenta comum: Gosta de roupas de cor e texturas delicadas. Na verdade, ama estar nua, sente-se livre de qualquer perigo, por mais estranho que pareça. Ou então simplesmente enrolar-se em um lençol. Gosta de estampas florais, de um jeito meigo e delicado. Vestidinhos são os mais comuns nela, brancos ou cores pastel, larguinhos ou arejados. Detesta qualquer coisa que a aperte ou sufoque, logo, gosta de pouco pano.

    Personalidade


    É brincalhona e risonha. Costuma soltar umas gargalhadas tão gostosas de ouvir enquanto corre e brinca que é contagiante. Mesmo assim, é delicada e calma, com expressões um tanto mistas: ela sorri, mesmo que curto, mas emana um ar de sonho e graciosidade, assim como mistério no olhar que vai entre sapeca, maroto, tímido ou indecifrável. É muito sensível. Além disso, tem personalidade muito forte em tudo que sente. Quando está com raiva (o que é difícil), ela solta aquele olhar de fazer qualquer um correr assustando por normalmente ser tão graciosa sempre e chora compulsivamente. Quando está triste, fica vulnerável a tudo, parecendo tornar-se minúscula e pálida. Já quando está feliz, é tão radiante quando as belas flores de sua árvore: ela corre (vê-la correr é lindo, ela parece flutuar de tão leve e jeitosa), ri e gargalha, sorri enorme, brinca, tem um brilho sonhador no olhar e seus olhos parecem ficar mais profundos, mais brilhantes, mais azuis. Vê-la feliz é a cura de qualquer TPM. Porém, caso ela te veja triste, vai imediatamente chorar e murchar, parecendo sentir sua dor, fazendo de tudo para animar-te.
    Ela é muito carinhosa e boa para ouvir, tentando aconselhar também, mas não muito boa. Simplesmente ama crianças. Ela é uma das que tornam a adaptação delas melhor com seu incrível instinto com elas.

    Ela adora música clássica, chega a suspirar e olhar pro céu lunaticamente sonhadora, cujo também é uma característica forte nela. Não quebre suas ilusões. Elas são inocentes e belas, mas não as quebre. É como desiludir uma criança de sua crença no que quer que seja. Quanto à música, apesar de amar a clássica ou do tipo romântico, adora ouvir o que Maply lhe mostra, gosta de descobrir.

    É muito curiosa. Adora passear e sair falando com plantas e animais. Para ela, todo dia é um novo belo dia.

  • Gosta/Odeia: Ama flores. Cuida de todas que encontra, mesmo que não estejam em sua árvore. Quer enfurecê-la ou entristecer? Arranque uma flor. Ela sentirá sua dor. E ela tem um ritual pessoal: assim que uma flor cai naturalmente e ela sabe que não existe jeito de fazê-la voltar, ela a coloca nos cabelos, como se fosse um símbolo de luto. Ela não a tira dali enquanto não tiver perdido suas forças. Assim que acontece, ela a coloca cuidadosamente no chão faz raízes saírem suavemente do solo, carregando a flor consigo, dizendo “você continua fazendo parte da minha e da sua natureza... continua sendo especial. Com carinho eu te deixo partir, sob minha proteção”. Ainda antes, ela tenta manipular suas raízes e solo, “plantando” a flor e pedindo uma ajuda das Náiade com a água. “cresça e viva, por favor, aceite esta segunda chance”. Para muitos campistas, isto pode parecer totalmente insano, mas aqueles mais velhos sabem que faz parte de sua sensibilidade e devem alertar.

    Adora água. Brinca como uma menina e gosta de algo em especial: banhar-se na companhia de um lençol, não enrolada nele, mas simplesmente com ele, observando os efeitos dele com a água. E adora também as marcas do lençol ou roupa molhadas no corpo, sente-se bonita, na maneira mais inocente possível.

    Gosta de admirar-se. Principalmente porque sua árvore é uma das primeiras a explodir em um intenso amarelo, sempre deixando a todos boquiabertos, o que a orgulha e deixa estupidamente radiante.

    Gosta especialmente de Maply, mas nunca confessou. Mesmo assim, ama sua companhia, sua árvore foi plantada razoavelmente perto da dela e a defende com garras. Além disso, sente um ciúme interno, sorrindo por fora, mas ficando tocada por dentro.

    Gosta de cantar. Tem uma voz doce e encantadora e suas músicas, inventadas e sem sentido para os outros (mesmo que emocionem as veze) e elas refletem no seu estado. Curiosidade: ao ouvir de longe, parece uma criança de 8 anos cantando.

    Não suporta frio. Porém, isto é uma pura característica da Tulip Poplar. Logo, precisa de proteção e cuidados (no caso de Tulipy, com carinho) ou parece definhar de tanta tristeza e mal estar na saúde. O mesmo acontece com ventos, forte principalmente. Ela sente medo e diversos mal estares. E principalmente, necessita do sol. Tulipy não consegue ficar por muito tempo em uma sombra, isso a deixa simplesmente doente.

    Não pode sentir-se sufocada, ou adoece. O que, aliás, é uma característica de sua árvore, precisa de espaço para crescer, viver, respirar... Gosta muito da convivência, raramente está sozinha, mas isto significa delicadeza. Amedrontá-la feito uma criança é cercá-la de forma brusca e abundante.

    Não gosta de movimentos bruscos, mesmo que sem intenção de maldade. E principalmente, de proveito: se algum campista torna-se seu amigo, mas ela nota que ele só quer envolver-se sexualmente com ela, ela fica extremamente magoada achando que foi usada.

    Odeia qualquer coisa que remete à tristeza, seja envolvendo pessoas, plantas, animais, outros seres ao seu redor e até mesmo o céu (se está nublado, ela diz que ele está triste).

  • Medo: Tem medo de ficar sozinha em sombras e dias nublados, pois isto afeta sua saúde. Tem medo de lutas também, incluindo aquelas de rotina dos campistas, além de brigas.
  • Ponto Fraco: Sua sensibilidade extrema junto do orgulho. Ela tenta resistir tanto tudo, que quando não conseguir mais, pode ser tarde.



"Caresses, expressions of one sort or another, are necessary to the life of the affections as leaves are to the life of a tree. If they are wholly restrained, love will die at the roots." - Nathaniel Hawthorne
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